sábado, 17 de dezembro de 2011

Solange

Ás vezes me pergunto, na intenção de compreender minha mente, o porquê de sempre darmos tanto valor à quem nos despreza, sendo que sempre existe aquela pessoa que te quer bem, que seus olhos brilham quando lhe vê.
Ainda não sei.
Mas sinto que este é um defeito humano, ou quem sabe uma qualidade... Tudo depende do ponto de vista.

Em mais uma história de Gumercindo, e como não poderia ser diferente, lhes apresento Solange.
Não diferente das outras... Linda... Um olhar misterioso... Uma boca tão rica em detalhes que não cabe a mim descrevê-los... E, não se diferindo muito, uma personalidade marcante. Sedutora. Mulher.
No auge da sua adolescência, 18 anos, uma nova vida, ela aparece: Graciosa. Mesmo suada, das atividades físicas realizadas, encantadora.
Ainda lembro da saia preta, dos sapatos... Seu sorriso. Seu corpo.
Eu, tímido por ser o 'novo' na turma, em meu lugar, logo me deparo com a monitora, vindo em minha direção como de costume, trocando sempre os pares na aula.

Foram meses a vendo e imaginando ser 'O cara' em que Solange se encantaria... Claro, sem sucesso.
Como o coração sempre nos laça com seus desejos e vontades, foram apenas momentos em que ganhei um sorriso... Um "Oi!"...
E, como todo jovem, defendendo ser a coisa certa, me declarei.
Quanta idiotice.
Imagino, em seus pensamentos, os deboches...
Sobrevivi.

De uma forma natural, consegui me afastar, aos poucos, até saber do recente namoro em que se encontrava.
A vida segue.
Como estas coisas nunca nos deixam, sempre que possível a visitava, em alguma rede social, claro, para ver de novo seu sorriso, sua boca...
Com o passar do tempo entendemos que é necessário seguir em frente.
Pois é, eu segui.

Quatro anos se passam. Solange se separa.
E ao acaso, um amigo em comum a convida pra sair, e claro, lá estava eu... Não só na festa, mas no caro, ao buscá-la. Como um arquivo que guardamos, e em um dia qualquer encontramos, estávamos no mesmo local.
Um pouco mais maduro que poucos anos atrás, começo novamente a me dar conta do quão linda é sua personalidade... Suas piadas, mesmo que sem graça, me fazia rir.
Com toda certeza, não podia ter de volta aquele sentimento de paixão, principalmente por uma moça que saíra com seu amigo!
_Não!
Penso.

A noite e os dias se passam.
Incrivelmente, em um baile rotineiro, ela... O mesmo sorriso de 4 anos... Mesmas piadas... Enfim, Solange.
Sem entender muito bem, algumas conversas surgem. Como se fossem amigos, as horas começam a passar tão rápido que não me dou conta que ainda estou no baile, e que deveria ter ido à uma festa, feita por meu irmão e amigos.
Com muita naturalidade, a convido.
_Vou sim! diz ela.
...
Como é de prache, não entendo se estaria apenas sendo gentil, amiga, se ainda teria vontade de rever o meu amigo, ou se estaria afim de mim...
_Claro que não gumercindo! Não seja tolo!
Mas como sempre há esperança, acreditei que fosse por mim.
Nesta noite não houve beijos, nem por parte de meu amigo.

Os finais de semana se passam, e em cada um deles tenho sua companhia.
Mágico. Cômico. Agonizante.
Mágico por estar diante daquele sorriso novamente.
Cômico, por suas piadas ainda sem graça...
Agonizante. Por não entender suas verdadeiras razões em sair comigo.
Mulheres.
Possuem um dom incrível de separar amizade de romance. E por quê??
O medo de perder a amizade seria maior que a vontade de ser feliz?

As semanas passavam tão rápidas, que me dei conta que não havia mais outra pessoa em meu pensamento, somente ela.
Eis que surge o galanteador Felipe. Aquele tipo de amigo que se encontra em todas as festas. Amigo de piadas, de bebidas, de conversas.
Mesmo ele sabendo que Solange não seria somente uma opção de amizade para mim, começa um jogo de sedução, na intenção de ter mais um 'troféu' em sua lista (não muito pequena) de mulheres em que já conquistou.
Alguém não muito fácil de competir, pois como dizem várias moças, tinha grande beleza.
Continuava sem entender, mas tentando encontrar um momento ideal para tentar beija-la, já que havia aceitado sair muitas vezes ao meu lado.


De hoje não passa!
Em um evento que aconteceria em um domingo próximo, tento me preparar fisicamente, financeiramente e psicologicamente para tentar fazer deste dia o decisivo.
Ao vê-la entrando... sinto-me como um afortunado, tremendo ao abraça-la, também podia, meu universo estava bem ali, exatamente em meus braços.
Tal evento começa bem: Solange com sua pequena blusa preta, saias curtas de cor bege, seu corpo esbelto e lindo... E, claro, seu sorriso.
São as melhores músicas dançadas da noite.
E, para minha felicidade, ela parecia tão contente! Com uma disposição em dançar junto a mim antes não vista. As conversas amistosas.
Quando, para minha decepção, meu 'amigo' chega. Felipe.
Como que instantaneamente, a procura, liga, e, para minha infelicidade, há resposta por parte dela.

Bom, a noite ainda prossegue. Mesmo ao lado dele, tenho ainda esperança de aquilo ser somente uma amizade.
Sabe, quando toca aquela música, em que você pensa: É agora!
Pois é, tocou.
E o 'É agora', aconteceu.
Não pra mim, mas para Felipe. Como em um filme, o tempo parou.
Os olhava com o pensamento de que tudo aquilo, as noites, as conversas, a companhia, havia sido somente um pretexto pra poder tê-lo.

Os dias voltaram a ser vazios.
As noites longas e frias.
Enfim, a rotina.




Meus pés não tocam mais o chão
Meus olhos não vêem a minha direção
Da minha boca saem coisas sem sentido
Você era o meu farol e hoje estou perdido
O sofrimento vem à noite sem pudor
Somente o sono ameniza a minha dor
Mas e depois? E quando o dia clarear?
Quero viver do teu sorriso, teu olhar
Eu corro pro mar pra não lembrar você
E o vento me traz o que eu quero esquecer
Entre os soluços do meu choro eu tento te explicar
Nos teus braços é o meu lugar
Contemplando as estrelas, minha solidão
Aperta forte o peito, é mais que uma emoção

Esqueci do meu orgulho pra você voltar                                                                                                       Permaneço sem amor, sem luz, sem ar

Sem Ar, D'Black

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Marciana

Um namoro muito bom.

No início, os carinhos não eram recíprocos.
Como acontece em vários relacionamentos, Gumercindo era quem mais se dedicava, tentando de todas as formas conquistar sua adorável Marciana, porém, os encontros sempre eram em praças, ou na faculdade, pois Marciana, por morar sozinha, tinha medo de Gumercindo entrar em seu apartamento.
Foram meses assim.
No sexto mês, no dia em que Marciana marcara sua viagem para São Paulo, acaba deixando Gumercindo conhecer seu apartamento, permanecendo por poucos minutos lá, somente o tempo de se pegar a bagagem e partir.

Sete meses de namoro.
Marciana volta para a cidade de Gumercindo, ficando assim juntos novamente.
O namoro começa a se tornar de fato um relacionamento entre homem e mulher.
E seguiu algum tempo assim.
A família de Marciana sempre foi um tanto problemática, mas como a ajudavam em termos financeiros, Marciana dependia da mesma para permanecer em uma cidade distante, investindo em seus estudos.
Eles não aprovavam tal namoro, por fazer parte da burguesia de São Paulo, não aceitariam que Marciana tivesse um relacionamento com um rapaz pobre, sem futuro...

Nove meses de namoro.
Marciana suspeita de gravidez.
Nesta época, estavam passando por momentos conturbados no relacionamento, sofrendo pressão dos pais, Marciana entra em uma semana difícil, marcada por choros e desentendimentos.
Desesperada, 3 semanas e meio de menstruação atrasada, liga para sua irmã Dora, em São Paulo, contando à ela o que acontecera.
Quatro semanas de suspeita, decidiram os dois fazer um exame, constatando que não havia gravidez.

Dez meses de namoro.
Marciana volta para São Paulo, de férias desta vez.
Após uma briga com Dora, zangada, esta irmã a entrega, dizendo todo o acontecido do último mês à seus pais.
Mês complicado.
Sua família a proíbe de voltar para a faculdade, forçando-a a morar novamente em São Paulo.
Marciana agora, só tem contato com Gumercindo via internet.

Um ano de namoro.
Marciana ainda está em São Paulo.
A saudade aperta.
Em uma certa conversa, os dois resolvem morar juntos.
Gumercindo, em uma demasia felicidade, faz planos, junta dinheiro, para assim poder montar a tão sonhada casa, onde os dois passariam uma vida juntos.
Passados um mês de planos, sonhos e juramentos, Marciana sem explicar, termina o namoro com Gumercindo.
Luto.
Foram trinta dias de pura agonia, sofrimento e dúvidas.
Por que?

Marciana, mesmo longe, passados quatro meses em São Paulo, contata Gumercindo, para reatar seu namoro.
Gumercindo sem entender, mas por ainda amar muito Marciana, volta.
Foram mais dois meses distantes, mas com esperança de que iriam de fato morar juntos.
Mas, sem saber explicar, Gumercindo sentia algo diferente. Sabia que havia algo errado.
Resolve, sem entender, adicionar em uma rede social, o ex-namorado de Marciana.
Perplexa, Marciana não aprova tal ação, ficando brava e preocupada ao mesmo tempo.
Acaba revelando que havia tido um breve momento de fraqueza, se entregando ao ex.
Momentos de silêncio.
Gumercindo já não sabe o que fazer.
Marciana afirma não ter sentido amor na entrega ao ex, que ainda amava Gumercindo, pedindo desculpas por tal feito.
Mesmo arrasado, Gumercindo ainda acreditava que esta era a mulher de sua vida, e não podia deixar que algo desta natureza o atrapalhasse em seus planos.
Havia já feito todo o planejamento de sua casa, móveis e até emprego para poder se casar com Marciana.
Ainda há esperança.
A perdoou.

-Gumercindo, sinto mesmo por trair você. Sinto mais ainda, por estar agora, saindo com outro.



"This time, this place,Misused, mistakesToo long, too lateWho was I to make you wait?Just one chance, just one breathJust in case there's just one leftCause you know, you know, you know..That I love youI have loved you all alongAnd I miss youBeen far away for far too longI keep dreaming you'll be with meAnd you'll never go..."


Histórias de Gumercindo.

Alison Alves Mota.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Amor

Amor.
Um agrupamento de sentimentos, nos levando a viver em felicidade plena ou em solidão profunda.
Nos remete ao mais alto nível de sinceridade. Companheirismo. Realidade.
Quem nunca amou, com certeza sente como se sua existência ainda não têm um propósito.
Quem ama, sente que este propósito se dá em relação ao amado.


domingo, 10 de julho de 2011

Emprego

 "Preciso de um emprego!"
 Quantas pessoas você já ouviu dizer esta pequena frase?
 Agora, quantas delas você sabe que trabalham com aquilo que gostam? Ou na área formada, desejada, etc.?

 Este nosso mundo "moderno" anda cada vez mais engraçado...
 Não faço ideia se somente nossa geração está nesse dilema, esta rotina incansável e sem fim de consumismo absurdo. Algo que cada vez mais nos controla, ditando regras e leis, em o que vestir, o que comer, onde ir...
 Você já parou pra pensar que a maioria das coisas que compra, consome, não são realmente necessárias para nossa sobrevivência?
 Agora, neste exato momento, você já realizou o seu maior sonho de vida?
 Está fazendo o que para atingi-lo?

 Engraçado, não?
 As pessoas traçam metas a serem cumpridas no futuro, esquecendo que seu presente passa cada dia mais rápido... Esquecendo que o que vale não é a roupa usada, não é o carro adquirido, não é a casa que mora...

 Vou mais além... Você É, de verdade, É feliz?
 Se morrer hoje, em exatos 10 minutos, morreria contente e orgulhoso da vida que levou?
 Pois é, Gumercindo também não.

 O trabalho começou cedo.
 Nem tanto por obrigações familiares, mas por vontade de adquirir a tão sonhada "independência financeira"... Esquecendo de sua infância... Não percebendo que ao passar dos anos, seus amigos se formam, casam, constituem famílias...

 A vida profissional de Gumercindo começa cedo, aos 14 anos quando, por sorte, ao ir em uma empresa para consertar seu computador, se depara com uma proposta interessante: Trabalhar, ter seu próprio dinheiro. Não depender dos pais para comprar seus doces, seus jogos, sua diversão.
 Sim!
 Ao contrário dessa realidade atual, 8 anos atrás as crianças eram crianças...
 Empinavam pipa, brincavam de pique-esconde, pique-pega, etc., ao contrário de muitos pré-adolescentes que, nos seus 12 anos de idade já pensam em somente roupas caras, sexo, quando menos sério, jogos eletrônicos.
 A incrível "Era das brincadeiras" é passado. Mas deixemos estes pensamentos mais adiante.

 Neste emprego, onde Gumercindo recebia "imensos" 200, ou 250 reais, na época, foi de verdade um tempo que ele suplica reviver...
 Com os anos se passando, Gumercindo se vê cada dia mais preso à este grandioso "esquema" social, este capitalismo selvagem que assombra nossas vidas, nos remetendo à investir toda nossa juventude em busca de dinheiro, e, quando o temos, gastá-lo todo ele tentando adquirir de volta a juventude...

 Sempre, ao sair de um emprego, outro já estava o esperando...
 Apesar de sua vida amorosa não andar bem, na verdade, nunca a viu em um patamar que pode ser visto como bom, Gumercindo têm muita sorte na vida profissional...

"Sorte"... Não é algo que eu realmente acredito...
 Só com o passar dos anos, Gumercindo se dá conta de que largar os estudos em busca de trabalho nunca foi uma ideia fantástica.
 Tendo uma visão de uma possível carreira, se depara com uma verdade incontestável... Seria ele mais um homem qualquer, que tem por objetivo único sustentar sua esposa e filhos, e tendo como ganhos este salário "grotesco" da população que trabalha na linha de frente, mão de obra, enquanto políticos ganham e esbanjam luxo, enquanto estes aumentam seus salários da maneira que bem entendem?
 Você acha justo, um ser humano viver com míseros 540 reais, enquanto parlamentares custam anualmente aproximadamente 10 MILHÕES por ano (cada parlamentar)?

 Todas estas perguntas, nós estamos já cansados de ouvir, e nunca ter respostas.

 A vida de Gumercindo segue, com todos estes questionamentos, mas como sempre, indo na mesma direção.
 Será que verá seu tão sonhado "diploma" de graduação?
 Faça sua existência valer a pena.
 Seja feliz, corra atrás dos seus sonhos. Mas corra hoje, pois amanhã pode ser tarde.


 "Os velhos sabem, querem mas não podem, os jovens podem querem mas não sabem."


Histórias de Gumercindo.


Alison Alves Mota

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Ângela

 Junho de 1999.
 De férias, Ângela tinha o costume de visitar seus parentes.
 Apenas uma casa de distancia de Gumercindo.
 Linda.
 Morena índia, cabelos longos e pretos. Tão lisos que ao amarrá-los, escorregavam por seu corpo jovem.
 Ainda com pouca idade, no auge da infância, Gumercindo não entende o porque de seus pensamentos sempre se voltarem pra ela.


 Em um belo dia, Gumercindo, sentado ao lado de Ângela, a beija.
 Apesar de ser correspondido, a moça corre aos prantos.
 Sem entender, Gumercindo volta pra casa, não distinguindo se sentia felicidade ou tristeza.


 Anos se passam.
 Por razões ainda desconhecidas por ele, volta e meia se encontra pensando em Ângela.
 E em um dia comum e rotineiro, a encontra em uma rede social da internet.
 -Como poderia, ao passar do tempo se tornar ainda mais bela?
 Apesar de Ângela ter um relacionamento com outra pessoa, Gumercindo não a consegue tirar da cabeça.
 Já mais consciente do que ocorrera naquela época, os dois seguem suas vidas.


 Meados de 2007.
 Ângela decide morar na cidade de Gumercindo.
 Solteira.
 Volta então um passado que os dois não podiam deixar de relembrar.
 O tão mencionado "Beijo chorado". (risos)


 -Tão linda, Deus!
 É difícil resistir aos seus lábios... E, por que resistir?
 O tão sonhado beijo acontece.
 Apesar de ser um momento único, novamente por razões desconhecidas ambos se separam. Não mais se encontram.


 2010.
 Ao sair de um relacionamento, Gumercindo começa a trabalhar.
 Logo no início, se depara com ela: Bela como nunca visto antes.
 Já perto dos seus 20 anos, esbanja sedução.
 Seu jeito meigo... Descontraída. Desinibida.
 Mais uma vez, a paixão assume o controle sobre seus sentidos.
 Entre encontros, conversas, os dois novamente se entendem, e um novo beijo surge. Como já era de prache, um período sem a ver estava por vir.


 2011.
 Os encontros ao acaso são mais frequentes.
 Os desejos também.
 Mesmo a tendo como colega de classe, a vontade em tê-la o surpreende cada vez mais.
 Infelizmente e, novamente, sem sucesso.

 Continua uma incansável procura por um amor verdadeiro, por uma paixão ardente...
 Que o faça esquecer...
 Ela...
 Sim! Ela.



 "Bom seria se, como em uma cirurgia retiramos males do corpo, fosse possível retirar alguém do coração."


Histórias de Gumercindo.


Alison Alves Mota.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

July Emilia

 Tempos se passam após o término do namoro com Jurema.
 Gumercindo, ainda depois um ano, têm seu amor por ela aceso.
 Como fica desempregado durante algum tempo, procura um afazer, numa empresa conceituada.
 Conhece lá, a tal moça.
 July Emilia.
 Linda. De uma espontaneidade imensa, cujo charme provinha também de sua linda pele morena. Seus cabelos pretos de um perfume inigualável. A moça vai criando um lugar, o conquistando aos poucos.

 Alguns meses se passam, e o encanto só vem a crescer.
 Mesmo depois de July ter um pequeno caso com seu até então companheiro de trabalho, que viria a ser futuramente amigo, Gumercindo ainda se encantava com suas brincadeiras, seu jeito de ser...
 Ainda é uma pena que ela a visse apenas como amigo, pois este encanto se torna uma paixão, que vem sendo alimentada nos encontros casuais do trabalho.

 Mesmo tendo uma certa desconfiança desta paixão por parte de Gumercindo, July continua a ilusória simples amizade, pois teme perder tal "amigo" caso rejeite tal sentimento, ou viesse a ter algo, mesmo que passageiro.
 Aos poucos, Gumercindo percebe que a paixão não é recíproca.
 Vários encontros dos amigos, festas, boates. bares...
 July se aproxima cada vez mais.

 Em um dia simples, festa rotineira de final de semana, July beija Arlindo, irmão de Gumercindo.
 Na hora, Gumercindo não pensa em outra reação, a não ser, olhar.
 Se vendo em uma situação nunca antes vivida, acaba deixando passar tal cena, sem se posicionar quanto ao fato que acabara de ver.

 O tempo vai passando.
 E, em cada época, July passa a ter um romance com algum dos amigos ou próximos de Gumercindo.
 Em todo romance visto, sua paixão por ela decai, na mesma grandeza em que se acende e cresce mais e mais seu amor por Jurema.
 Se sentindo cada vez mais só, com a auto estima baixa, a solidão reina seu corpo.

 Os dias já não são mais tão belos e curtos iguais eram.
 Os sonhos e erros já se misturam criando uma crosta confusa de pensamentos, ilusões que só o fazem pensar no quão cruel é a vida.
 Vendo um romance acontecer entre July e Arlindo, Gumercindo cada vez mais preenche sua mente com ódio e raiva, deixando que estes sentimentos tomem conta e sobrepondo sua tão recente paixão.

 Como não é correspondida neste romance atual, July busca seus conselhos e ombros, sem saber que ali brota um ressentimento forte.
 -Porque não eu?
 Perguntas e dúvidas já são frequentes no dia-a-dia de Gumercindo.
 Resolve cada dia se afastar, para assim poder esquecer esta passagem, onde só trouxe dias de insônia e angustia quando Arlindo, mesmo sabendo desta paixão por parte de Gumercindo, continua a se encontrar sempre com July.

 Os laços finalmente já não são os mesmos.
 Os encontros são quase nulos.
 As esperanças também.
 As portas para Jurema se abrem em uma velocidade tão grande quanto a esperança em tê-la, claro, sem sucesso.

 Os dias continuam a passar.
 A solidão, à crescer.
 Será que este caminho ainda é extenso?


Histórias de Gumercindo.


Alison Alves Mota.

terça-feira, 24 de maio de 2011

O reencontro.

 Um dia normal.
 Apesar de ser segunda-feira, Gumercindo resolve sair com amigos.
 No lugar marcado, se diverte. Uma tarde como qualquer outra.
 Tirando o fato de que ela aparece.
 Sim! ELA!

 Como sempre, Gumercindo por achar que não terá resposta, permanece em seu lugar...
 Mas, para sua surpresa, a amiga dela Alyara chega, ainda em certa vergonha, o faz um pedido um tanto quanto estranho:
-Gumercindo! Por favor! Converse com ela! Tente conquistá-la novamente!
 Gumercindo, sem reação, mãos frias, suando, o frio na barriga reinava. E, apesar da felicidade que sentia naquele momento por pensar ser também vontade dela, imaginou ainda ser uma piada sem graça.
 Nada fez.

 Quando, para sua surpresa, ELA chega. Acanhada. Os olhos cheios d'água, dizendo:
 -Volta pra mim!
- ...
 Um silêncio profundo domina o lugar.
 Gumercindo já não sabia se a respondia, ou se era um simples devaneio.
 Ainda em silêncio, a pobre moça, tímida, começa a se afastar...
 -NÃO! Diz Gumercindo.
 Assustada, ela se vira, e em um momento de euforia, Gumercindo a abraça.
 Abraço este, que nunca sentira em sua vida.
 Não há palavras que possam explicar a alegria que sentia neste momento.

 Horas se passam.
 Os dois, sentados, conversando, assuntos que nunca haviam falados, risadas nunca antes vista.
 O tempo passa, e a felicidade reina até a porta da casa da moça, onde se despede.
 -Já vai? Não vai ao menos ver minha mãe?
 -Mas... Depois de tudo?
 -Seu bobo! Já disse, esqueça! Deixe de bobeira e entre!

 O reencontro com os familiares dela foi tão intenso quanto ao abraço dos dois, pois, o carinho que Gumercindo sentia ainda morava dentro de si.
 A felicidade o consumia em uma magnitude esplêndida.
 -Está tarde... Vou embora, pois não quero atrapalhar seu sono...
 -Mas, por que não dorme aqui? Tenho tantas saudades quando, por pedido de meu pai, você dormia no colchão.. Íamos buscá-lo sempre lá em baixo... Onde tentava me agarrar! (risos)
 -Nossa... Lembro destes momentos toda noite...
 -Então, vamos buscar o colchão?

 PI PI PI PI PI PI PI PI PI

-GUMERCINDO ACORDA! Não aguento mais este celular apitando na minha cabeça!


"Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo, ha muito tempo eu não cresci o que eu cresci contigo."


Histórias de Gumercindo.

Alison Alves Mota.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Futuro estúdio! *-*





























Bom, este é um projeto que temos à longo prazo, tendo como meta, construirmos um lugar agradável para encontros entre amigos, e como estúdio para os integrantes no novo canal que está por vir.
  Teremos também uma área de trabalho, na parte de cima da construção, onde usaremos uma parcela como estúdio, e outra para edições e/ou trabalhos realizados em escritório.
  O projeto é simples e de autoria totalmente pessoal. 
  Esperamos que saia do papel!

Alison Alves Mota.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Paixão e Amor

A paixão, a distância apaga. o amor, a distância acende.
A paixão passa, enquanto o amor continua.
Na paixão você ri. No amor você também ri,
sorri e, às vezes, chora.

A paixão tem limites. O amor tem obstáculos.
Na paixão você se dá. No amor, você se entrega.
A paixão é superfície. O amor é correnteza.
A paixão te leva, o amor te arrasta.

A paixão ferve. O amor transborda.
A paixão você conta a todos. O amor
você revela ao amigo.
Na paixão você curte o momento. No
amor, você vive intensamente.
Na paixão você grita. No amor você sussurra.
Na paixão tudo existe. No amor, tudo se constrói.

A paixão exige. O amor pede.
A paixão é incêndio. O amor é chama eterna.
Na paixão tudo são momentos. No amor, tudo é vida.



Alison Alves Mota

terça-feira, 3 de maio de 2011

As empresas de hoje e suas metas.


Chefe: No início 


Depois de uma semana:
Precisa trabalhar mais, CUMPRIR AS METAS!! 


Depois de um mês:
Precisa trabalhar mais pela empresa! Vaaamooosss seja pro ativo..... 
Vaaamooosss


Depois de um trimestre:

Eu mandei você trabalhar mais... Você me ouviuu!!?? 
Precisamos atingir as metas!!!
Eu disse MEEEETAAAAS!!!! MEEEETAAAASSSSSSS



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Jurema

_Jurema, não quero mais namorar com você...
_Mas por que???
_...
_O que fiz de errado? 
_Não sei te falar...
_Posso te ligar?
_Não.
_Mas... Gumercindo... Não te entendo!!
_É... Eu também não...
_Vou ligar aí...


_Tem certeza disso?
_Sim.


Um mês depois...


_Jurema... Eu, nesse dia realmente não sabia o que queria... Fiz besteira... Te amo muito... De verdade.
_¨&%%$#@%$$#$#!!! E &¨¨%#@#%$
_...
_Você terminou comigo por MSN. Foi um covarde!
_Sim.
_Não teve a coragem de dizer na minha cara que queria terminar... Não foi homem!
_Desde o início do nosso namoro tentei te fazer feliz. Você era, e é, o espelho de minha mãe... Estressada, fica brava por pouca coisa... Não gosta dos meus amigos, não concorda e não me ajuda em meu trabalho, a unica aula que foi assistir me criticou... 
_Claro! Aquelas meninas se esfregando em você!
_Dou aula de dança Jurema.... 
_E daí?! Você nunca dança comigo do jeito que dança com elas!
_Claro que não! Com você eu danço com sentimento!! Jurema! Com este tempo percebi que não me vale ficar sem ti... Aprendi a conviver com seus erros, e aceitá-los... Te amo muito!
_Gumercindo, não quero mais voltar...
_Mas por que?
_Porque não. Estou saindo com outra pessoa...
_=/
_...
_Larguei as aulas de dança...
_Aham...
_Não quero, então, te incomodar mais... Fique com Deus.

Um ano e alguns meses se passam...
Com toda certeza, Gumercindo não fez certo ao terminar com Jurema, e, principalmente pela forma que foi feito...
Mas, todos somos perfeitos?
Aprende-se muito com os erros. Caso Jurema tivesse aceitado o arrependimento de Gumercindo  este seria o início de um relacionamento duradouro? Talvez até casamento?
Ainda, passado esse tempo, é possível continuar amando a outra pessoa?


Só pense: O ser humano só aprende com os erros. E, assim, quando perde algo, é que se dá o devido valor. 
E ainda como já cometeu este "deslize", muito provável que outro também o cometerá, não o errante...
É certo que, errar é humano, mas, persistir é burrice.
Só veja que, alguém pode errar. Sim! Mas, com toda certeza, neste, nunca mais persistirá. E realmente se persistir, aí sim, está no caso de se rever o que é realmente viável neste momento.


Ainda sim vejo o lado bom de toda a história...
Aprenda com os erros... Perdoe... Pense antes de agir... 
E... Maldita inclusão digital!!
=|

"Me diga quem você mais perdoou, que lhe digo quem mais amou..."



Histórias de Gumercindo.




Alison Alves Mota.

domingo, 17 de abril de 2011

Lei do Caminhão de Lixo.


Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saiu de um estacionamento e cortou bruscamente o nosso caminho.
O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!

O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.

Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'

Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de   "A Lei do Caminhão de Lixo."

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente.
Não  tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo 
de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas. Fique tranquilo... respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.

O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. 

Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.



A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe! 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os 30 beijos do Kama Sutra

"QUEM DISSE QUE “UM BEIJO É SÓ UM BEIJO” CERTAMENTE NUNCA FOI BEIJADO
COM UM DAQUELES DE TIRAR O FÔLEGO. UM BEIJO PODE SER SEXY, DOCE, LENTO,
RÁPIDO, SUAVE, SIMPLES, QUENTE… O VOCABULÁRIO É POUCO PARA DEFINIR TUDO O QUE OS LÁBIOS PODEM TRANSMITIR."



O BEIJO POR SI SÓ É uma arte e o Kama Sutra
reconhece o seu poder para expressar sentimentos, emoções e
paixões. Por isso, no famoso livro há descrições com detalhe dos
beijos e das ocasiões em que cada tipo de beijo deve ser usado.
O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tacto e
o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir
uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a
pessoa para o “sétimo céu”.
Os beijos podem ir desde um contacto fugaz, como um
atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos
lábios. Entre os dois extremos, existem numerosas variações,
ainda que muitas pessoas descuidem esta habilidade que, como
todas, está sujeita às leis de aprendizagem, persistência,
criatividade e paciência.



Segundo o Kama Sutra são estes os 30 tipos de beijos:


1. BEIJO DE LADO
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura. Esta é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.


2. BEIJO INCLINADO
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra
pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são os
afetos são as emoções principais transmitidas com este beijo. Um beijo
desse tipo é apropriado para os preliminares.


3. BEIJO DIRETO
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que, para muitas pessoas, excita mais do que o beijo de língua.


4. BEIJO PRESSÃO
Os lábios pressionam fortemente com a boca fechada. É um
beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, mas não convém mantêlo
por muito tempo: os dentes cravam-na na parte interior dos lábios e
podem fazê-los sangrar.



5. BEIJO SUPERIOR
Quando um dos dois pega no lábio superior com os dentes e o outro devolve o “carinho” beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo, fala-se que um membro do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativo e
mulheres passivas. 
Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, não se limitando a responder à iniciativa do outro.


6. LUTA DE LÍNGUA
Quando um dos dois prende a língua do seu amante, isso é a chamada “luta de língua”.


7. BEIJO PALPITANTE
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos pequenos, percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).



8. BEIJO CONTATO
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.


9. BEIJO PARA ACENDER A CHAMA
É o beijo na comissura (junção) dos lábios, que costuma ser dado no meio da noite, para incendiar a paixão
.
10. BEIJO PARA DISTRAIR
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com os seus beijos. Para começar lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.


11. BEIJO NOMINAL
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-Ia, com os dedos.


12. BEIJO COM OS CÍLIOS
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.


13. BEIJO COM UM DEDO
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.


14. BEIJO COM DOIS DEDOS
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre a sua boca.


15. BEIJO QUE DESPERTA
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do
cabelo, quando o outro está a dormir; para despertá-Io com
suavidade.


16. BEIJO QUE DEMONSTRA
Costumam ser dado à noite e em lugares públicos. Um dos dois aproxima do outro e beija-o suavemente na mão ou no pescoço.


17. BEIJO DA LEMBRANÇA
É dado quando os amantes estão a descansar após a satisfação sexual.



18. BEIJO TRANSFERIDO
Este beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.


19. BEIJO CHOROSO
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro que, na sua ausência, beija o seu retrato.


20. BEIJO VIAJANTE
Ainda que pareça que os beijos sempre se centralizam na boca, colocar os lábios noutras partes do corpo é uma forma de excitação garantida.


21. BEIJO NO PEITO
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, podem-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios, quando estão prestes a ter um orgasmo.


22. BEIJO SEM PRESSA
O segredo é prestar total atenção ao corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada centímetro do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.




ONDE HÁ AMOR, HÁ DOR Segundo a tradição erótica da Índia, a dentada é um elemento muito importante e o Kama Sutra dá uma boa lista de dentadas com toda uma riqueza de detalhes.
As dentadas costumam ser dadas em quase todas as partes do corpo e vão desde a mordidela brincalhona, mais provocadora do que erótica, até ao forte apertão com os dentes, que costuma ser dado no calor da paixão e faz com que os orgasmos sejam mais intensos. No entanto, muitos costumam evitar este último tipo de dentada, porque é difícil de controlar e costuma deixar marcas muito evidentes.


23. DENTADA DE JAVALI
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos,
como as pegadas dos javalis. É uma dentada que costuma ser feita no ombro.


24. A NUVEM QUEBRADA
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo,
produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra
especifica que este tipo de dentada deve ser feita no peito.


25. DENTADA ESCONDIDA
É a dentada que deixa uma intensa marca vermelha e que deve
ser dada no lábio inferior.


26. DENTADA CLÁSSICA
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele.


27. O PONTO
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele, de tal maneira que só fica uma marca como um ponto vermelho.


28. A LINHA DOS PONTOS
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam a sua marca. Deve ser dada na coxa.


29. O CORAL E A JÓIA
É a dentada que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia.


30. A LINHA DE JÓIAS
Quando se dá uma dentada com todos os dentes.